Presidente da OAB critica ativismo do STF e aponta confusão entre papel de ministro e político: veja

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Paraíba (OAB-PB) questionou o ativismo do judiciário brasileiro. Em entrevista ao programa da NC News da Rádio Liga FM, ele disse que às vezes se questiona se quem está falando é um ministro ou um deputado ou senador. “Quer falar de tudo, quer se meter em tudo, opinar sobre o resultado do Botafogo e Sousa”.
Harrison também sugeriu que as indicações para conselheiros dos tribunais de contas e Supremo Tribunal Federal haja alternância entre nomes técnicos e indicações políticas, com mandatos limitados e não permanência vitalícia. “Esse modelo nós herdamos dos americanos, mas essas indicações deveriam ter intermediação técnica de órgãos que pudessem evitar que o detentor de poder político tenha uma liberdade tão grande de escolha. Isso fazemos em relação aos ministros do Supremo, defendemos que a indicação parta de listas e que o ministro tenha mandatos, não cremos adequado que alguém chegue ao STF aos 36 anos e passe 30 anos… que tenhamos um ciclo de presenças”.
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