Doria e diretor do Butantan, Dimas Covas (ao fundo), com caixa de vacina chinesa CoronaVac no aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos 19/11/2020 REUTERS/Amanda Perobelli / Foto: Reuters

A terceira remessa de encomendas feita pelo governo de São Paulo de doses da vacina CoronaVac chegaram na manhã desta sexta-feira (18) pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos.

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Produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, a CoronaVac está na fase três de testes e deve ter sua eficácia comprovada para que a Anvisa possa liberar sua aplicação.

Apesar de ser a terceira remessa de encomendas, é a segunda de material pronto, já que no início de dezembro, o governo paulista recebeu 600 litros de matéria-prima – o equivalente para produção de até 1 milhão de doses da vacina.

Para receber o lote, estavam no local o governador João Doria (PSDB), o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn. “Agora com a chegada desses 2 milhões temos 3 milhões e 120 mil doses já em solo brasileiro sendo processada pelo Instituto Butantan”, garantiu Doria.

Segundo Dimas Covas, até 15 de janeiro o Estado de São Paulo terá 9 milhões de doses prontas para uso. “É a primeira vacina em solo nacional, a primeira vacina que está sendo produzida no Brasil e na América latina. E essa é a nossa função: trazer as vacinas para que elas possam ser usadas o mais rapidamente possível”, concluiu.

Terra

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