Harry Kane e Son Heung-Min vem comandando o Tottenham em uma campanha histórica e acabaram por fazer a diferença no dérbi londrino contra o Arsenal. Com um gol de cada (e uma assistência de cada), os Spurs venceram por 2 a 0 e se mantiveram no topo da Premier League. O Tottenham chegou a ser ultrapassado provisoriamente pelo Chelsea, que colocou pressão no time de José Mourinho.

Mas a fase é boa e, com 24 pontos, a equipe voltou a liderar. O Arsenal, por outro lado, passa por momento complicado e tem apenas 13 pontos, na 15ª posição. Son e Kane, uma dupla inspirada O Arsenal dominou a bola no primeiro tempo. Rondou a área do Tottenham e praticamente não deixou o rival atacar.

Sinal de controle do jogo? Nada disso. Ao intervalo o placar de 2 a 0 era favorável ao time de José Mourinho, e não ao de Mikel Arteta. A letalidade do Tottenham passou pelo momento especial da dupla Harry Kane e Son, com dois gols com participação da dupla. No primeiro, aos 13 minutos, Kane abriu para Son na esquerda, e o sul-coreano cortou para o centro e, ainda de longe da área, emendou um tiro com efeito no ângulo, aproveitando-se do posicionamento adiantado de Leno.

Nos acréscimos o papel se inverteu. Son recebeu na área e rolou para Kane na esquerda. Mesmo com pouco ângulo para o chute, o goleador soltou a bomba entre o goleiro e a trave. A bola ainda tocou o lado interno do travessão antes de quicar dentro do gol. Domínio sem inspiração dos Gunners O Arsenal aumentou ainda mais o domínio da bola na segunda etapa.

Desta vez, com um diferencial: sem sofrer na defesa. No entanto, a ineficiência ofensiva foi praticamente a mesma, com raras finalizações com perigo. Lacazette, desviando cobrança de falta para a área, obrigou Lloris a fazer boa defesa logo na volta do vestiário. Aubameyang usou a cabeça para assustar o goleiro na sequência.

E Laca, também de cabeça, mais uma vez voltou a testar o arqueiro do Spurs. Mas foi pouco para um time que precisava de dois gols. Já o Tottenham preferiu “estacionar o ônibus” e sequer se incomodou de sair para o ataque. A única boa oportunidade na segunda etapa foi na bola parada, com Kane cabeceando para fora, por muito pouco.

O Gol 

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