Simone Tebet (MDB) avalia que a reforma vai ajudar na superação das desigualdades

Senadores defendem adiar a análise da reforma tributária para 2021, pois consideram impossível debater o tema durante a pandemia da Covid-19. Os partidos concordam que o assunto é fundamental, mas acham inviável fazer discussões de maneira remota.

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Os líderes ressaltam que matérias já em tramitação nas duas casas devem ser atualizadas, dependendo da realidade do Brasil no pós-coronavírus.

A presidente da CCJ do Senado, Simone Tebet (MDB) avalia que a reforma vai ajudar na superação das desigualdades. Ela destaca que no Brasil “quem pode mais paga menos e quem pode menos paga mais”.

O líder da Rede no Senado, Randolfe Rodrigues, do Amapá, cita a necessidade de aumentar o imposto sobre heranças e dá um exemplo. Em videoconferência do “Congresso em Foco”, Randolfe ressaltou que o imposto sobre herança não passa de 8% no Brasil.

Na Câmara, a proposta de reforma apresentada pelo economista Bernard Appy prevê unificação de tributos federais, estaduais e municipais.

*Com informações do repórter Afonso Marangoni

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