“Continuarei sendo gremista, como sempre fui e sempre serei”. Com essa mensagem, divulgada em comunicado oficial na página do Grêmio, Luiz Felipe Scolari se despede oficialmente do clube, sem conseguir tirar o time do Z4 do Campeonato Brasileiro. Quando decidiu assumir o Grêmio, a situação já era preocupante

– e surpreendente. O time ainda não tinha vencido uma partida sequer no Brasileirão. Felipão fez sua estreia na 11ª rodada, logo em um Grenal, que terminou empatado sem gols. O Grêmio conheceu alguma melhora com Scolari no comando.

Venceu a primeira na 12º rodada, contra o Fluminense, e voltaria a bater mais cinco rivais até a 25ª rodada. O desempenho, no entanto, nunca foi o suficiente para tirar o time do Z4, embora com jogos a menos que os rivais diretos. A situação voltou a se tornar delicada nas quatro últimas rodadas.

O Grêmio perdeu para Athletico Paranaense e Sport, empatou com o Cuiabá, e voltou a perder para o Santos. Tanto Sport como o Santos são adversários diretos contra o rebaixamento, e o Cuiabá tem conseguido se manter afastado, mas é um time recém-promovido que tem como objetivo sobreviver a seu primeiro ano na elite.

“O Clube agradece o comprometimento e respeito do técnico e sua equipe com a instituição durante o período de trabalho”, escreveu o Grêmio na nota oficial. Além de Felipão, deixam o clube os auxiliares Carlos Pracidelli e Paulo Turra, além do preparador físico Anselmo Sbragia.

O Gol 

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