Ativista Sara Winter de grupo armado de extrema direita ameaça ministro do STF Foto: Sara Winter no youtube

A ativista do movimento 300 do Brasil Sara Winter foi presa em Brasília pela Polícia Federal.

O mandado de prisão foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

A ativista é uma das investigadas no inquérito das fake news.

A prisão, no entanto, saiu de outro inquérito, do que apura atos antidemocráticos, também sob relatoria de Moraes.

Winter está entre os líderes do chamado movimento “Os 300 do Brasil“, grupo armado de extrema direita formado por apoiadores de Jair Bolsonaro, que acampavam em Brasília.

Os manifestantes eram liderados por Sara Winter, investigada no inquérito contra fake news que tramita no STF.

Depois de ter sido alvo de busca e apreensão, no fim de maio, ela publicou um vídeo afirmando ter vontade de “trocar socos” com Moraes e prometendo infernizar a vida do ministro e persegui-lo.

Em seguida, no dia 31 de maio, Winter liderou um protesto em frente ao STF acompanhada de manifestantes usando máscaras e carregando tochas.

Neste sábado (13), o acampamento foi desmontado pelo governo do Distrito Federal. Winter pediu reação do presidente.

À tarde, liderados pela ativista, um grupo de 20 pessoas rompeu a área cercada no entorno do Congresso e invadiu a laje do prédio. Após ação da Polícia Legislativa, eles foram para o gramado em frente ao espelho d’água. Ela afirmou ainda que vai “acampar” no Congresso.

Em entrevista recente à Folha, Winter reconheceu que alguns membros estavam armados, embora tenha dito que as armas eram apenas para defesa do grupo e não para atividades de militância.​

Folha de São Paulo 

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