(crédito: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse que a crise energética provocada pela escassez hídrica nos reservatórios que abastecem as usinas termelétricas do país deve durar, no mínimo, até novembro.

Durante uma comissão geral na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (14/9), quando foi convidado para falar sobre a operação das termelétricas e o preço dos combustíveis, Silva e Luna lamentou que o país tenha “uma crise energética conhecida, que já se arrasta há algum tempo” e disse que “estamos necessitando que todos deem as mãos para encontrar um caminho de solução”.

De todo modo, o general opinou que a crise “tem sido trabalhada muito acertadamente pelo nosso Ministério de Minas e Energia, que a acompanha acirradamente”. “Toda a equipe técnica que acompanha isso é muito forte. Lembro que eu estava nesse setor, como presidente da Itaipu Binacional. Então, acompanhei acirradamente esses momentos difíceis que acabaram, de alguma forma, ocorrendo. Deve perdurar até o mês de novembro”, destacou.

O presidente da Petrobras disse que a estatal aumentou a capacidade instalada e a capacidade de entrega de gás natural para as termelétricas de 2 para 8 gigawatts, como forma de evitar que algumas usinas parassem de funcionar.

“A Petrobras tem honrado o seu papel em tudo aquilo que lhe cabe fazer. Nós estamos aqui para tratar de crise energética, de preço de combustível. A Petrobras não está isenta de nada disso e contribui com o que pode. Diariamente, trabalhamos sob esse sistema dentro da empresa. Produzir petróleo, sim, mas colocar-se no contexto da sociedade e do Brasil também, ou até mais do que isso”, destacou.

Correio Braziliense 

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