Foto: Leonardo Silva/Paraibaonline

Na semana passada, o prefeito Bruno Cunha Lima (PSD-CG) convocou a sua bancada para a reunião pioneira, após a posse.

Foi na sala de reunião de um dos hotéis da cidade.

Quem mirasse a fisionomia do prefeito, logo identificaria o seu desapontamento com a pauta originária de alguns aliados.

A recíproca – registre-se – igualmente era perceptível.

A certa altura, foi colocado um ´bode na sala´: como o Executivo poderia ajudar a resolver a milionária conta deixada pela gestão da ex-presidente Ivonete Ludgério (PSD) no que diz respeito à remuneração de vereadores e de assessores.

Bruno concordou em socorrer emergencialmente o Legislativo para suprir esse ‘passivo vivo’, por se tratar do rendimento de dezenas de pessoas.

Mas o prefeito fez um adendo inesperado (para os interlocutores): tudo o que fosse antecipado à Câmara seria abatido nos repasses mensais futuros (duodécimos), ainda no exercício de 2021.

Faz lembrar um conhecido adágio popular: ´Quem pariu Mateus, que balance´.

*Com informações da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza

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