Um dos alegados “cérebros” do assassinato do president do Haiti, Jovenel Moïse, foi detido, disse no domingo (11) o diretor da Polícia do país, León Charles. “A primeira pessoa que chamaram quando o avanço dos bandidos foi bloqueado foi Emmanuel Sanon”, disse ele aos jornalistas, cita o Acento.

De acordo com a polícia, o detido é Christian Emmanuel Sanon, um médico do estado americano do Flórida. Mais duas pessoas “implicadas na autoria intelectual do assassinato” estão sendo procuradas.

Os investigadores consideram que o médico estava em contato com uma empresa de segurança venezuelana baseada nos Estados Unidos e que foi supostamente essa que organizou o recrutamento de colombianos, que agora estão sendo acusados de matar o presidente.

De acordo com a mídia colombiana, o chefe da segurança de Moise, Dimitri Herard, viajou frequentemente à Colômbia e deve explicar suas frequentes viagens ao Equador com escalas em Bogotá durante o próximo interrogatório desta semana.

De acordo com policiais, um grupo de 26 colombianos e dois americanos de origem haitiana são suspeitos de ter realizado o assassinato do presidente Jovenel Moïse em sua casa em Port-au-Prince na madrugada do dia 7 de julho.

Sputnik 

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