Reinaldo Nóbrega – (Foto: Polícia Civil)

O delegado da Polícia Civil, Reinaldo Nóbrega, e outros dois agentes, estiveram em diligências no Estado de Sergipe, nessa quinta-feira (8), para interrogar novamente os três policiais envolvidos no assassinato do empresário Geffeson Moura. O crime aconteceu no município de Santa Luzia, no Sertão da Paraíba.

De acordo com Reinaldo Nóbrega, houve a necessidade de colher um novo depoimento após a conclusão dos laudos de exames periciais. O inquérito policial continua tramitando e as investigações devem ser concluídas nos próximos dias.

Fatos novos surgiram, já chegaram alguns laudos novos dos exames periciais que foram requisitados à época do fato. Eles já haviam sido ouvidos no primeiro dia, logo após o fato, mas como surgiram fatos novos, a gente entendeu por bem reinquiri-los. A gente trabalha para concluir o inquérito dentro dos 30 dias”, explicou ele em entrevista à TV Atalaia.

O delegado da Polícia Civil citou ainda que, com o avanço das investigações, a conclusão que se aproxima é de que o caso se tratava mesmo de uma investigação contra uma quadrilha especializada e que a morte de Gefferson “foi uma fatalidade”, ao apontar a “idoneidade” dos policiais sergipanos envolvidos.

Infelizmente foi uma fatalidade, uma pessoa morreu. Não quero e nem posso fazer juízo de valor sobre o caso, mas o que posso dizer é que a partir dos depoimentos que foram colhidos hoje, muitas coisas foram esclarecidas. Realmente existia uma investigação que era realizada pela polícia sergipana em cima de um grupo criminoso e que já se prolongava por muito tempo”, disse.

“Os policiais que hoje estão aqui provisoriamente presos são policiais de alta idoneidade, da mais alta estima, não preciso ficar falando, a sociedade sergipana conhece eles melhor do que eu”, finalizou Reinaldo Nóbrega.

Edney Oliveira/Portal Paraíba

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