Red siren light on the police car.

Foto: Reprodução

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Homicídios de Campina Grande, já ouviu o homem suspeito de ter entrado em conflito com um morador de rua, na feira central da cidade, cujos desdobramentos resultaram em 45% do corpo da vítima queimado.

O episódio aconteceu nessa quarta-feira, 17 de dezembro. De acordo com as investigações, a vítima seria usuário de entorpecentes e entrou em discussão com um vigilante que trabalha no setor. Nesse embate, o vigilante acionou uma lanterna que tem um dispositivo de provocar ‘choque’.

“Segundo a versão do vigilante, ele utilizou esse dispositivo de modo a impedir que o morador de rua não partisse para cima dele. O problema é que, segundo os depoimentos, o morador de rua estava com thinner espalhado pelo corpo, e a fagulha do dispositivo acabou por ocasionar os ferimentos na vítima”, disse o coordenador da 2ª Superintendência de Polícia Civil, delegado Kelsen Vasconcelos.

O caso começou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios, que identificou o vigilante. Este, no entanto, compareceu por iniciativa própria à central de Polícia Civil, para dar sua versão sobre o ocorrido. Ele foi ouvido e liberado para responder em liberdade, conforme garante a legislação.

Como a vítima sobreviveu aos ferimentos, o Inquérito Policial é de responsabilidade da 2ª Delegacia Distrital de Campina Grande.

“O fato é que o caso está esclarecido pela Polícia Civil, uma vez que temos a materialidade do crime e a identificação dos envolvidos. De toda forma, mais testemunhas serão ouvidas e outras provas serão adicionadas ao Inquérito, para a completa elucidação do caso”, concluiu o delegado.

Paraíba Online 

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