(crédito: Ed Alves/CB/D.A Press – 26/1/18)

A Petrobras anunciou, nesta segunda-feira (8/2), mais reajustes nos preços da refinaria dos combustíveis. A partir desta terça-feira (9), o preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará a ser de R$ 2,25 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,17 por litro no preço de venda.

Por sua vez, o preço médio de venda de diesel passará a ser de R$ 2,24 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,13 por litro. Já o preço médio de venda de GLP (gás liquefeito de petróleo) para as distribuidoras passará a ser de R$ 2,91 por kg (equivalente a R$ 37,79 por 13kg), um aumento médio de R$ 0,14 por kg (equivalente a R$ 1,81 por 13kg).

A política da empresa em 2021 é não divulgar mais os percentuais de reajuste. Porém, conforme as tabelas publicadas no site da companhia, o litro da gasolina passou de R$ 2,08 para R$ 2,25, aumento de mais de 8%. No diesel, o salto foi de R$ 2,11 para R$ 2,24, aumento de 6%. No GLP, mais conhecido como gás de cozinha, a alta é de 5%.

Paridade de importação

Segundo a empresa, “os preços praticados pela Petrobras têm como referência os preços de paridade de importação e, dessa maneira, acompanham as variações do valor dos produtos no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo.”

“De forma a contribuir para a transparência da formação dos preços para a sociedade, a Petrobras publica já há alguns anos em seu site dados referentes aos preços de venda às distribuidoras dos seus principais produtos. Desde agosto de 2019, os preços passaram a ser publicados , por local e modalidade de venda, no formato determinado pela Resolução ANP nº 795/2019. Os novos preços são acrescentados no arquivo disponibilizado a partir da sua data de vigência, sem exclusão da vigência anterior. Dessa forma, é possível acompanhar a evolução dos preços por local”, afirmou, na nota em que divulga, somente a pedido, os reajustes.

“Importante ressaltar que os valores praticados nas refinarias pela Petrobras são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo. Até chegar ao consumidor, são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, no caso da gasolina e do diesel, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores de combustíveis”, acrescentou.

Correio Braziliense 

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