Palmeiras e Junior Barranquilla chegaram a um acordo envolvendo o centroavante Miguel Borja. A pedido do clube colombiano, em dificuldades financeiras por conta da pandemia de covid-19, a obrigatoriedade de compra do jogador de acordo com metas alcançadas foi revista.

A princípio, ao emprestar Miguel Borja sem custos até dezembro, o Palmeiras estabeleceu que o Junior Barranquilla seria obrigado a comprar metade dos direitos econômicos do centroavante por US$ 4,3 milhões (R$ 24,2 milhões nas cifras atuais) caso ele marcasse pelo menos 23 gols ou disputasse 73% das partidas na temporada.

Sem recursos financeiros para cumprir o acordo, o Junior Barranquilla decidiu não utilizar Borja temporariamente e buscar um novo acordo com o Palmeiras, algo alcançado nesta terça-feira (6 de outuro). Assim, o atleta fica livre para jogar e, eventualmente, chamar a atenção de outros interessados.

“A equipe (Palmeiras) concordou em tirar a cláusula de compra obrigatória, algo que poderia ser prejudicial para todas as partes, especialmente para o Miguel”, disse Juan Pablo Pachon, representante do atleta, em entrevista ao colombiano El Heraldo.

Pelo novo acordo, o Junior Barranquilla conserva a opção de compra, mas o expediente não é mais obrigatório. De acordo com Pachon, recentemente o turco Besiktas manifestou interesse na contratação de Miguel Borja, mas as tratativas não evoluíram.

O Palmeiras tem contrato com Borja até o final de 2021 e, se desejar, pode renovar o compromisso por mais um ano ao longo de 2020. Em 112 partidas pelo clube alviverde, o centroavante colombiano marcou um total de 36 gols e conquistou o Campeonato Brasileiro 2018.

Crédito da foto: divulgação| S.E. Palmeiras

Fox Sports

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