Petrobras, fachada Foto: Sérgio Lima/PODER 360

Foto: EBC/Arquivo

O uso de informação privilegiada (insider trading) em operações com opções de venda da Petrobras já havia chamado atenção da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, poucos dias após a troca de comando da estatal por decisão do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo reportagem do Estado de S.Paulo, a BSM Supervisão de Mercados, braço autorregulador do mercado de capitais ligado à B3, identificou que algumas operações não se encaixavam no padrão regular. Uma investigação sobre o caso já estava em curso

O lucro com o uso de informação privilegiada pode ter chegado a R$ 18 milhões, conforme cálculos realizados a partir de dados públicos da B3. Como a informação é protegido por sigilo bancário, não se pode saber quem realizou as operações. Ambas foram feitas por intermédio da mesma corretora.

A bancada do PT na Câmara dos Deputados protocolou, nesta quarta-feira (3), ações na Procuradoria-Geral da República (PGR), no Tribunal de Contas da União (TCU) e na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para pedir abertura de procedimentos de investigação sobre o caso.

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