Nesta terça-feira (28), o senador Fabiano Contarato, durante uma audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, acusou o presidente Jair Bolsonaro de ser o responsável pelo agravamento da pandemia no país.

Em mais uma tentativa de manter a narrativa que vem sendo defendida pelo grupo G7 da CPI, o senador, que faz parte da Rede Sustentabilidade, a mesma de Marina Silva, fez um discurso cheio de acusações sem provas, como já é usual na Comissão:

“Porque ele foi responsável, diretamente, pelo agravamento da pandemia. Não há dúvida com relação a isso. Por mais que senadores governistas tentem falar o contrário, contra fatos não há argumentos. Nós temos aqui uma responsabilização criminal com a digital do presidente. […]

Não tenho dúvida de que esse governo agiu dolosamente, por ação ou omissão , por prática de crimes comuns, por crime de responsabilidade”, afirmou Contarato, mesmo sem nenhuma prova.

O senador Marcos Rogério resolveu corrigir o colega:

“O presidente da República não é e nem pode ser investigado em uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Quem defende esta tese, respeitosamente, não tem o respaldo constitucional. […] Quem assim tenta induzir a opinião pública o faz por desconhecimento, ou por pura má-fé”, apontou ele.

A foi além, questionando o motivo pelo qual os mesmos que insistem em investigações que já se provaram sem fundamento, não apoiam a investigação das diversas denúncias de irregularidades cometidas por estados e municípios:

“Não vejo o mesmo esforço, de muitos que alardeiam aqui acusações contra o governo federal, no sentido de investigar as falcatruas que aconteceram no âmbito dos estados, dos municípios.

Foram 23 estados da Federação com operações da Polícia Federal, em suspeitas bilionárias de desvios de recursos, de roubalheira, de fraudes, crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa, fraude à licitação. Isso não é objeto de investigação aqui na CPI, embora seja objeto nos requerimentos que deram origem a essa CPI. Porque não investigam?”, questionou o senador.

Assista ao vídeo:

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a desmonetização do Jornal da Cidade Online.

Um ato de Censura Prévia. Um atentado a liberdade de expressão.

Uma decisão sem fundamento, sem qualquer intimação e sem o devido processo legal.

Jornal das Cidades Online 

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