O Ministério Público de São Paulo considera, “se necessário” recorrer aos tribunais superiores para evitar a soltura indiscriminada de presos, a pretexto do coronavírus.

Em entrevista exclusiva à Rádio Bandeirantes, o procurador-geral de Justiça garantiu que a promotoria tem atuado a fim de tentar evitar que isso continue acontecendo. Para Mario Sarrubbo, os benefício devem ser concedidos com “razoabilidade”, ou seja, sem prejudicar a segurança da população.

Ele foi entrevistado pelos jornalistas José Paulo de Andrade, Claudio Humberto, Pedro Campos e Thays Freitas, no Jornal Gente.

Até agora, graças a interpretação criativa de uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Justiça paulista já soltou exatos 3.799 presos, inclusive perigosos para “protegê-los de contágio”.

Desse total, 120 retornaram à cadeia por cometer novos crimes e, mais chocante, 7 voltaram a ser beneficiados com a liberdade.

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