Assunto foi discutido durante uma reunião com o Sebrae Paraíba e Fundação PaqTcPB, na manhã desta quinta-feira (21).

 

Berço de talentos criativos, seja na base cultural, com a quadrilha, o São João, ou na economia digital, com as inovações tecnológicas, Campina Grande atrai olhares do mundo inteiro. E isso tende a ficar ainda mais em evidência a partir de agora, com a elaboração de um programa municipal para estimular a economia criativa na cidade.

 

O assunto foi tema de uma reunião na manhã desta quinta-feira (21), que contou com a participação do vice-prefeito Lucas Ribeiro, além de diretores do Sebrae Paraíba e da Fundação Parque Tecnológico, consultores e representantes de outras instituições ligadas ao setor.

 

“Criatividade, empreendedorismo e desenvolvimento caminham de mãos dadas e reconhecer isso é fundamental para uma cidade que tem o potencial inovador que Campina Grande tem. É uma prova, também, de que o setor é uma alternativa viável e importante na geração de trabalho e renda para o nosso povo, principalmente agora que o mundo inteiro vivencia a necessidade de se reinventar”, destacou o vice-prefeito.

 

Segundo Lucas, um dos objetivos do Programa Municipal de Economia Criativa seria habilitar Campina como candidata a integrante da Rede Mundial de Cidades Criativas da UNESCO, na categoria Artes Midiáticas, que se refere à produção de artistas que criaram suas obras com novas tecnologias de mídia, incluindo arte digital, computação gráfica, arte virtual, games, robótica, impressão 3D, dentre outras.

 

No Brasil, atualmente apenas 10 municípios integram a Rede, dentre eles João Pessoa, na categoria Artesanato e Arte Popular. Conforme o diretor técnico do Sebrae Paraíba, Luiz Alberto Amorim, o selo de cidade criativa da Unesco é um reconhecimento e estímulo às cidades que buscam promover a inovação e a criatividade como motores essenciais para um desenvolvimento urbano mais sustentável e inclusivo.

Impacto econômico

Dados mais recentes divulgados pela FIRJAN (Federação da Indústria do Rio de Janeiro), mostram que o mercado de trabalho criativo no Brasil reúne 245 mil estabelecimentos e 837,2 mil profissionais, representando uma fatia de 2,61%, ou seja, cerca de R$ 171,5 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

Assessoria de Comunicação | Lucas Ribeiro

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui