No duelo de extremos, o líder Atlético Mineiro visitou a lanterna Chapecoense na Arena Condá, em Chapecó, e foi surpreendido. Com o campo encharcado, o Galo encontrou dificuldade para se impor e sofreu para arrancar um empate em 2 a 2. Apesar do tropeço, o time comandado por Cuca chega a 50 pontos e se mantém tranquilo na ponta do Brasileiro.

Do outro lado, a Chape soma 12 e permanece afundado na última posição. VAR, lei do ex e igualdade Com o campo encharcado em Chapecó, o desfalcado Atlético Mineiro encontrou muita dificuldade para impor seu jogo diante da Chapecoense. Apesar de ter mais a bola, o Galo demorou para encaixar triangulações e pouco ameaçou a meta defendida por Keiller.

Em uma das poucas chegadas com qualidade, o time comandado por Cuca abriu o placar. Aos 19, após cobrança de escanteio pela esquerda, a defesa catarinense não conseguiu afastar e deu um presente para Dylan Borrero, que bateu firme e estufou as redes.

A Chape, por sua vez, ciente da superioridade do adversário, adotou uma postura reativa, recuou as linhas e buscou saídas esporádicas pelos lados. Até que os 28, após descida pela esquerda, Busanello cruzou na medida para o ex-atleticano Geuvânio, que, de carrinho, completou para o gol. No lance, Everson chegou a fazer a defesa, mas o VAR confirmou que a bola ultrapassou a linha: 1 a 1.

Momentos antes da confirmação do árbitro de vídeo, o Atlético chegou a marcar com Nacho, mas o argentino foi flagrado em posição de impedimento. Com o placar igual, o time mineiro voltou a pressionar, mas o empate foi mantido até o intervalo.

Chape vira, mas Galo busca o empate Com uma postura mais arrojada, a Chapecoense iniciou a segunda etapa mais disposta a atacar. Logo aos cinco, após sequência de escanteios, o zagueiro Jordan recebeu na área e testou firme, levando perigo à meta atleticana.

Surpreendido pelo bom início catarinense, o Atlético demorou a entrar na partida. Tanto que a primeira finalização veio apenas aos 17, com um chute sem muita potência de Nacho, que parou nas mãos de Keiller. A resposta dos mandantes foi fatal. Aos 22, Rodriguinho recebeu na entrada da área e arriscou o chute. No meio do caminho, a bola explodiu no braço de Nathan Silva e o árbitro, em cima do lance, marcou pênalti.

Na cobrança, Mike deslocou Everson e colocou a Chape na frente. Atrás do placar, o Galo foi obrigado a se lançar ainda mais para o ataque. Aos 31, Nacho cobrou escanteio pela direita, a bola ficou viva na área e Dodô bateu firme. Atento, Keiller se esticou todo e operou um milagre para manter a Chapecoense na frente.

Mais inteiro fisicamente, o líder do Brasileiro insistiu, martelou e chegou ao empate. Após boa descida pela esquerda, Caleb avançou bem e cruzou na medida para Eduardo Sasha, que testou no cantinho e deixou tudo igual. Nos minutos finais, o time de Cuca forçou um último abafa, mas não evitou o tropeço em Chapecó: 2 a 2.

O Gol 

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