Conforme antecipado pelo ministro Rogério Marinho em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, no mês de agosto, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve cumprir agenda na Paraíba e em outros estados da região Nordeste, neste mês de outubro. Os detalhes da visita foram confirmados nesta quinta-feira (14) pelo jornalista Felipe Nunes, da Rádio Arapuan.

Segundo apuração, a agenda do presidente terá início a partir da segunda-feira (18), ao lado do ministro do Desenvolvimento Regional, onde devem lançar o “Jornada das Águas” no Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco. Na Paraíba, a agenda acontecerá no dia 21 de outubro, com a entrega do último trecho do canal do Eixo Norte, do Projeto de Integração do São Francisco.

A agenda oficial só deve ser confirmada, porém, dois dias antes do evento, o que é praxe da assessoria Especial da Presidência.

Sobre o roteiro

O roteiro partirá da nascente histórica do Rio São Francisco, no norte de Minas Gerais, e percorrerá o Nordeste com anúncios e entregas de obras de infraestrutura, preservação e recuperação de nascentes e cursos d’água, saneamento, irrigação, apoio ao setor produtivo e aos municípios, além de mudanças normativas que vão revolucionar a maneira como o brasileiro se relaciona com a água.

Ao todo, serão 10 dias de viagem pela região do semiárido, em que o presidente Jair Bolsonaro, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, acompanhados de gestores e secretários da Pasta, levarão a estrutura do governo para apoiar as regiões mais deprimidas economicamente no País.

Serão promovidas ações que tem como essência quatro eixos: de infraestrutura, com entregas, inaugurações e anúncios de obras que levarão água aos moradores das regiões mais secas do país; de sustentabilidade, com ações de saneamento básico e de preservação, conservação e recuperação de bacias hidrográficas; de desenvolvimento econômico e social, com apoio a projetos de irrigação e para estruturação de cadeias produtivas locais, promovendo a geração de emprego e renda, a partir de uma convivência sustentável das comunidades com o meio ambiente; e de melhoria da governança, com a lançamento de normativos estruturantes.

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