A Itália calou Wembley, se recuperou de um gol sofrido logo no terceiro minuto de jogo e, nos pênaltis, bateu a Inglaterra para conquistar a Eurocopa.  O duelo foi equilibrado, com duas equipes que tiveram bons e maus momentos ao longo de 120 minutos.

Mas nas penalidades, a inexperiência de Rashford, Sancho e Saka acabou pesando, Donnarumma se agigantou e a Azzurra acabou com o título europeu. E vai para Roma…  Inglaterra começa com tudo Gareth Southgate mudou o esquema inglês para a final.

Armou um time em 3-4-3, dando liberdade para Trippier e Shaw atacarem a profundidade. Ao longo da Eurocopa, a Itália mostrou dificuldade para defender os corredores laterais.

Não demorou cinco minutos para a estratégia do técnico inglês colher frutos. Kane armou o jogo no meio e abriu para Trippier, que cruzou da direita para Shaw concluir de primeira: golaço de Southgate, e da Inglaterra.

Apesar da deficiência defensiva, que seguiu no primeiro tempo, a Azzurra tentou se recuperar nos momentos ofensivos, mas tinha dificuldade em fazer a bola chegar em Insigne. A linha defensiva inglesa, compacta com cinco homens que tinham o suporte dos dois volantes, não dava espaços.

Sem conseguir avançar no jogo apoiado, a Itália conseguiu ameaçar pela primeira vez através de uma jogada individual de Chiesa. O ponta se livrou de Rice e bateu forte, de canhota. Pickford viu a bola sair perto da trave.

Os italianos não conseguiram aparecer em zonas de finalização no primeiro tempo. Ciro Immobile praticamente não tocou na bola, e Insigne participou pouco dos momentos de ataque.

Itália entra no jogo Insigne conseguiu aparecer para jogo no segundo tempo. Primeiro, o meia ameaçou em cobrança de falta para fora. Depois, arriscou chute que saiu torto demais. Na área, teve chance aos 11 minutos, e parou em Pickford.

A Itália passou mais tempo com a bola nos pés no campo de ataque, e dessa vez conseguindo mais infiltrações, não só com Chiesa, mas também com Insigne. Um Verratti mais ativo no meio fazia a bola circular com mais rapidez, tornando os lances ofensivos mais fluídos.  A Inglaterra foi ficando cada vez mais acuada.

Aos 16 minutos, Chiesa mandou chute no cantinho, e Pickford se esticou para fazer uma grande defesa. O empate ia ficando cada vez mais maduro.  Chegou a hora que nem Pickford conseguiu segurar mais.

O goleiro ainda desviou cabeçada de Verratti, mas Bonucci pegou a sobra da trave e empurrou para dentro. Tudo igual em Londres.  Bonucci se animou com o gol e quase virou garçom.

O zagueiro fez um belo lançamento para Berardi, que saiu na cara do gol, mas, atrapalhado pela saída de Pickford, finalizou para fora.  Southgate foi mudando sua estratégia. Saka entrou no lugar de Trippier, e Henderson na vaga de Rice.

A Inglaterra passou a jogar em 4-4-2. O English Team não conseguiu voltar ao jogo, mas a Azzurra tampouco apertou em busca da virada. A decisão avançou para a prorrogação. Um novo herói A Inglaterra voltou a jogar futebol na prorrogação, impulsionada pela participação de Grealish.

Nada, porém, que superasse a grande atuação de Bonucci e Chiellini. Soberanos!  Nos minutos finais da prorrogação, a Itália ainda ameaçou uma blitz, mas foram poucos os momentos que deixaram dúvida quanto ao futuro da final: o campeão seria mesmo conhecido nos pênaltis.

Um novo herói surgiria nas penalidades, e poderia muito bem ser Pickford, que pegou cobranças de Belotti e Jorginho. Mas Rashford parou na trave e Sancho e Saka foram freados por Donnarumma. Wembley ficou em silêncio. A Itália é campeã da Europa.

O Gol

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