O presidente Jair Bolsonaro, em visita à China, cumprimenta o presidente Xi Jinping; nesta 2ª feira, enviou uma foto do encontro a seus seguidores do TelegramIsac Nóbrega/PR/25.out.2019

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta 2ª feira (25.jan.2021) que a China autorizou a exportação de 5.400 litros de insumos para a CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac e produzida, no Brasil, pelo Instituto Butantan.

 A Embaixada da China nos informou, pela manhã, que a exportação dos 5.400 litros de insumos para a vacina CoronaVac foi aprovada e já estão em área aeroportuária para pronto envio ao Brasil, chegando nos próximos dias”, escreveu em suas contas oficiais nas redes sociais.

Além dos insumos necessários para a continuidade da produção da CoronaVac no Brasil, o presidente Bolsonaro citou a vacina desenvolvida pela AstraZeneca e Universidade de Oxford e produzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Disse, sem mais detalhes, que os insumos desse último imunizante estão com “liberação sendo acelerada”.

Por meio do canal oficial do Telegram, o presidente enviou a mensagem e uma foto com o presidente da China, Xi Jinping. Agradeceu a “sensibilidade” do governo chinês e, nominalmente, o “empenho”  dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Eduardo Pazuello (Saúde) e Tereza Cristina (Agricultura).

Em vídeo divulgado na conta oficial do ministro Onyx Lorenzoni (Cidadania) no Twitter, Pazuello diz que a previsão de chegada dos insumos é “até o final desta semana”.  Completou dizendo que o recebimento dos materiais da China garantirá “a continuidade da fabricação e distribuição das vacinas”. 

Na 5ª feira (20.jan), o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse que a matéria-prima usada na produção da CoronaVac “já foi quase que totalmente processada”. Ele pediu que o governo federal se empenhasse para acelerar a importação dos insumos da China.

Peço ao nosso presidente [Jair Bolsonaro] e ao nosso ministro das Relações Exteriores [Ernesto Araújo] que nos ajude a aplainar essa relação com a China e que haja procedimentos, haja solicitação para que os procedimentos burocráticos para esta exportação aconteçam no mais curto período de tempo”, disse Covas.

A vacinação contra o coronavírus começou no Brasil com a distribuição de 6 milhões de doses da CoronaVac importadas da China. No entanto, a expectativa é que a imunização só avance depois do início da fabricação das vacinas no Instituto Butantan e na Fiocruz. O processo depende da chegada dos insumos ao país.

Poder360

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