A Medida Provisória que institui gratificação temporária de emergência em saúde pública (gtesp) aos médicos que exercerem suas atividades no atendimento da situação da pandemia coronavírus, concedida pelo prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), gerou protesto de outras categorias da Saúde, que também estão na linha de frente contra à doença.

Os enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos, profissionais de apoio dos hospitais e UPAs do município protestaram contra o ato do prefeito, que, segundo eles, excluiu muitos profissionais da Saúde, e prometem realizar uma paralisação das atividades na manhã desta sexta-feira (29) no pátio do Hospital Santa Isabel localizado, no Centro da Capital.

Os valores mensais da Gratificação Temporária de Emergência em Saúde Pública variam de R$2.000,00 (dois mil reais) mensais a R$5.300,00 (cinco mil e trezentos reais), conforme a carga horária, que também varia entre 20 a 40 horas semanais.

Conforme a MP, a Gratificação Temporária de Emergência em Saúde Pública tem caráter indenizatório, não será incorporada à remuneração para nenhum fim, não constituirá a base de cálculo de qualquer outra vantagem, nem sofrerá incidência de contribuição para fins previdenciários do servidor público.

Após a polêmica gerada na Capital, o Secretário de Saúde do município, Adalberto Fulgêncio afirmou que o prefeito deverá rever a decisão e deverá estender a gratificação para outras categorias.

Paraíba Online 

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