Na avaliação do ministro do Turismo, é preciso “voltar a viver a vida normal”

O Ministério do Turismo vai analisar o número de pacientes internados pela Covid-19 para determinar sobre o retorno da temporada de cruzeiros no Brasil. Com aumento no número de infecções pela doença, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou que a atividade seja suspensa definitivamente. No entanto, tripulantes defendem a retomada, o que leva o impasse ao governo. “Vamos ver os números de internações, a pressão hospitalar que está gerando, debater com a própria Anvisa, tudo capitaneado pelo ministro Marcelo Queiroga. O governo Bolsonaro sempre determinou que a prioridade é a geração de emprego, então isso vamos seguir a risco. Tanto a Casa Civil, como o Ministério da Economia que também está atuando, vamos lutar pelos empregos. Nunca deixamos os empregos de lado e o trabalhador de lado”, afirmou Gilson Machado, em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News.

Na avaliação do ministro, que testou positivo para a doença, embora a chegada da variante Ômicron seja vista com preocupação, é preciso “voltar a viver a vida normal”. “Os cruzeiros deram menos de 1% [de infectados] do total e mais de 90% são totalmente assintomáticos, sem pressão hospitalar. Por isso os Estados Unidos liberou, a Espanha desistiu de lutar contra a pandemia. Tem que voltar a viver a vida vida normal”, afirmou, defendendo a retomada dos cruzeiros. “Sabemos que a atividade gera em torno de 35 mil empregos e R$ 1,7 bilhão na economia. A atividade deixa para cada 13 cruzeiros um emprego. Então cruzeiro que deve ser uma atividade perene, não de temporada. Temos condições de operar cruzeiros marítimos o ano todo em nosso país”, completou.

Jovem Pan 

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