O Estado Maior do Exército, formado por 17 generais, queria a punição do general da ativa Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, que, em 23 de maio último, compareceu no Rio e discursou em ato público em favor do presidente Jair Bolsonaro.

O Regulamento Disciplinar do Exército proíbe militares da ativa de se manifestarem publicamente sobre questões políticas ou administrativas. Pazuello escapou impune porque o comandante do Exército cedeu às pressões de Bolsonaro.

Oito dias antes, o sargento Luan Ferreira da Rocha, que serve na 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, em Cascavel, no Paraná, participou de uma live no Instagram do deputado Vitor Hugo (PSL-PR) e queixou-se do valor do seu salário. Acabou punido.

Por reclamar de salários no fim dos anos 1980, Bolsonaro, que ainda servia ao Exército, foi punido com cadeia. Respondeu a processo por ter planejado jogar bombas em quartéis. Em troca da patente de capitão, porém, conformou-se em deixar o Exército.

Metrópoles 

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