O torcedor do Fluminense começou 2020 com os pés no chão, ciente de que o ano seria de baixo investimento. A receita seguida em busca do equilíbrio foi uma velha conhecida: a mescla entre experiência e juventude. A disputa não é por títulos, mas certamente é por mais do que indicava ser.

Sob o comando de Odair Hellmann, o Fluminense fez uma boa participação no Campeonato Carioca, onde teve a difícil missão de bater o Flamengo (na época ainda de Jorge Jesus). Não conseguiu, mas ofereceu grande resistência para um time que sofia com grande desconfiança da torcida. Nas copas, por outro lado, decepcionou (e muito).

Na do Brasil, caiu para o Atlético Goianiense, enquanto na Sul-Americana o algoz foi Unión La Calera. A grande peça pregada pelo Tricolor é no Brasileirão. Longe de qualquer favoritismo na briga por título ou mesmo pela Copa Libertadores, o clube se manteve na quinta posição por sete rodadas, emplacou uma sequência invicta de oito jogos e fecha 2020 numa posição que pode até levá-lo a maior competição continental, conforme os resultados finais da própria Libertadores e da Copa do Brasil.

O “porém” de toda essa história é que muito disso se deve ao trabalho de Odair Hellmann, que já não é treinador do clube desde o início de dezembro. O técnico optou por seguir carreira nos Emirados Árabes.

O Gol 

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