Adriano Fideles era servidor da Funjope (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)

Familiares do cenógrafo Adriano Fidelis, morto por atropelamento no dia 1º de janeiro, na Capital, cobram justiça para o caso. Ele foi atingido por um carro ao passar pela Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, no bairro de Tambaú. Adriano, que era servidor da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), conduzia um tipo de triciclo conhecido como ‘moto carreta’.

O motorista do automóvel fugiu logo após atropelar Adriano Fidelis. Na última quinta-feira (6), a Polícia Civil encontrou o carro que atingiu o cenógrafo. O veículo foi localizado em uma oficina no bairro da Torre, após denúncia anônima. O Instituto de Polícia Científica (IPC) foi acionado e, com a perícia, constatou que aquele era mesmo o veículo envolvido no crime de trânsito.

As investigações apontam que o automóvel pertence a uma locadora. Na semana passada, o delegado Luiz Cotrim informou que funcionários da locadora e da oficina seriam ouvidos. Até o fechamento desta matéria, não haviam novidades sobre a identidade ou paradeiro do motorista.

À TV Correio, a mãe de Adriano Fidelis, dona Maria, falou da angústia na espera de uma solução para o caso, mas se diz esperançosa.

“Que esse não seja mais um caso que fica impune. Eu creio em Deus e na justiça daqui da terra que, se outros não foram, esse vai ser solucionado. Os policiais estão trabalhando e logo vamos saber da notícia que o motorista foi encontrado”.

Adriano Fidelis deixou esposa e quatro filhos.

Portal Correio

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