A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZenca está sendo administrada no Brasil

 

Dados preliminares de um estudo realizado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, apontam que a vacina desenvolvida pelo centro de ensino em parceira com a AstraZeneca é eficaz contra a variante brasileira do coronavírus, encontrada em Manaus, no Amazonas.

 

A cepa, apelidada de “P.1“, carrega mutações que tornam o vírus mais contagioso e mais resistente aos anticorpos da doença. Os dados indicam que a vacina não precisará ser modificada para se proteger contra a variante, conforme apurou o repórter Rodrigo Viga, da Jovem Pan.

Segundo a fonte com conhecimento da pesquisa, que não forneceu dados concretos sobre a eficácia, o estudo completo deve ser divulgado ainda este mês. A reportagem também entrou em contato com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável por conduzir estudos sobre a vacina e produzir o imunizante no Brasil, que informou que não participa das pesquisas, apenas envia as amostras à empresa.

 

A expectativa é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) faça o registro definitivo da vacina de Oxford na próxima semana ou, no máximo, até o fim de março. A meta da Fiocruz é produzir mais de 100 milhões de doses até julho, e no segundo semestre, com insumos produzidos na fundação, a previsão é entregar mais 110 milhões de vacinas. O composto está sendo administrada no Brasil, assim como a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan.

Jovem Pan

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