Um jogaço de bola definiu o último finalista da Liga das Nações. Nesta quinta-feira, França e Bélgica protagonizaram um lindo espetáculo em Turim. Com a bola rolando, os belgas chegaram a abrir 2 a 0, mas os atuais campeões do mundo mostraram fibra e, de forma espetacular, buscaram a virada: 3 a 2.

Les Bleus na decisão! Com o resultado, o selecionado comandado por Didier Deschamps avança à final da segunda edição da Nations League e, no próximo domingo, decide o caneco contra a Espanha, que eliminou a Itália. Superioridade belga Os primeiros minutos foram empolgantes em Turim. Logo aos dois, após grande jogada de Lukaku, Koundé tentou cortar e De Bruyne quase abriu o placar para a Bélgica.

-Atento, Lloriz fez uma defesa espetacular para salvar os franceses. Em resposta, a França deu uma resposta fulminante. Depois de um bom passe de Griezmann, Mbappé disparou para a área belga, driblou Courtois, mas ficou sem ângulo no momento da finalização e não conseguiu marcar. Após um início frenético, os espaços foram cobertos de parte a parte e a trocação franca diminuiu.

Ainda assim, os belgas mantiveram maior posse e, com muitas trocas de passe, ocupou o campo ofensivo em busca das infiltrações, que vieram. Aos 37, Carrasco recebeu pela esquerda, balançou para cima de Pavard e bateu rasteiro, no contrapé de Lloris, abrindo o placar para os Diabos Vermelhos.

O gol abalou o selecionado francês, que se desestruturou e foi castigado novamente. Ainda antes do intervalo, De Bruyne recebeu com espaço pela meia direita e serviu Lukaku, que se livrou com estilo da marcação de Lucas Hernández e, de perna direita, bateu firme para aumentar a vantagem belga: 2 a 0. França se agiganta e busca virada Na volta do intervalo, o panorama do confronto mudou completamente.

Com as linhas mais baixas e uma postura reativa, a Bélgica ofereceu campo para França, que ganhou confiança e passou a pressionar em busca de uma reação. Conseguiu. Aos 12, Mbappé iniciou linda jogada pela direita e cruzou para Griezmann, que quase fez. A pressão continuou e surtiu efeito.

Aos 17, Mbappé voltou a aprontar das suas, se livrou de Tielemans e serviu Benzema, que girou para cima de dois marcadores e bateu cruzado, sem chances de defesa para Courtois. Embalada após o primeiro gol, a seleção francesa encurralou a Bélgica, que se viu sem saída. Até que aos 23, após blitz no campo de ataque, Griezmann foi mais rápido que Tielemans e foi tocado na área.

Após recomendação do VAR, o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Mbappé não titubeou de deixou tudo igual no placar: 2 a 2.   Os minutos seguintes ao gol de empate foram alucinantes em Turim. O time belga acordou e respondeu com De Bruyne, que obrigou Lloris a operar um milagre.

Na sequência, a França chegou com Tchouaméni, que aproveitou sobra na entrada da área e soltou uma bomba, dando trabalho para Courtois. Os instantes finais tornaram o duelo ainda mais eletrizante. A Bélgica chegou a marcar o terceiro com Lukaku, após boa jogada de carrasco, mas o centroavante do Chelsea foi flagrado em posição de impedimento.

A infração foi flagrada pelo VAR. Até que aos 44, quando a vaga para final parecia se encaminhar para a prorrogação, Theo Hernández recebeu pela esquerda e, com um chutaço cruzado, marcou o gol da impressionante virada francesa. Incrível: 3 a 2.

 O Gol

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