Em reunião com analistas, BC descarta corte de juros em setembro

29/10/2019. Crédito: Geraldo Magela/Agência Senado. Em pronunciamento, à mesa, indicado para o cargo de diretor do Banco Central (BC), Fábio Kanczuk.

FOTO: GERALDO MAGELA/AGÊNCIA SENADO

Único diretor do Banco Central a falar, nesta terça-feira (18/08), durante a reunião trimestral com economistas, Fabio Kanczuk indicou que, dificilmente, o Comitê de Política Monetária (Copom) cortará a taxa básica de juros (Selic) em setembro. E olha que ele era o maior defensor dentro da instituição para que a Selic, que está em 2% ao ano, fosse levada a 1%

Kanczuk foi enfático em relação aos riscos fiscais que se colocaram no caminho do BC, ainda que acredite no compromisso do governo de não deixar as contas públicas desandarem. Daqui por diante, a ordem dentro da autoridade monetária é mapear todas as despesas do governo e evitar que o Brasil repita a quebrada Argentina.

Não há porque o BC ficar testando juros de 1,75% ou de 1,5% ao ano quando há preocupação com a sustentabilidade da dívida pública, com a inflação dos produtos comercializáveis (tradables) subindo — são os serviços que estão mantendo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no chão — e com a desconfiança em alta.

Único diretor do Banco Central a falar, nesta terça-feira (18/08), durante a reunião trimestral com economistas, Fabio Kanczuk indicou que, dificilmente, o Comitê de Política Monetária (Copom) cortará a taxa básica de juros (Selic) em setembro. E olha que ele era o maior defensor dentro da instituição para que a Selic, que está em 2% ao ano, fosse levada a 1%.;

Correio Braziliense 

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