“Eles tentaram falar que o Toffoli tentou reformar o apartamento e queria que a OAS delatasse o Toffoli, eles quebraram o sigilo do Gilmar Mendes na Suíça, do cartão de crédito, da conta bancária dele, eles odiavam o Gilmar Mendes, falavam mal do Gilmar Mendes o tempo todo”, contou Delgatti, também conhecido como “hacker de Araraquara”.

Delgatti ficou conhecido a nível nacional por ter divulgado conversas privadas dos procuradores da Lava Jato com o ex-juiz Sergio Moro, em maio de 2019. Seu vazamento foi a base da série de reportagens do The Intercept Brasil conhecida como “Vaza Jato”.

Em outro trecho da entrevista à CNN, o hacker relatou que “com o Barroso (ministro do STF) eles (procuradores da Lava Jato) tinham um laço bem próximo. O Barroso e o Deltan (Dallagnol) conversavam bastante, (sobre) vida pessoal. Inclusive o Barroso, em conversas, auxiliava o que colocar na peça, o que falar. Um juiz auxiliando, também, o que deveria fazer um procurador”.

Na entrevista, Delgatti confessou que chegou até o jornalista estadunidense Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil, através de Manuela D’Ávila, a quem havia contactado anteriormente. Também garantiu que Greenwald jamais ofereceu dinheiro pelo conteúdo entregue por ele.

Revista Fórum 

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