Impiedoso, cruel e histórico. A história passou pelos olhos de quem acompanhou Barcelona e Bayern de Munique, jogo válido pelas quartas de final da Liga dos Campeões. O time alemão, com uma atuação inesquecivelmente irreparável, simplesmente destroçou o Barcelona de Lionel Messi. Um 8 a 2, que não deixa dúvidas do favoritismo bávaro na Champions.

Com o resultado histórico, que culminou na maior derrota blaugrana na história da competição, o time comandado por Hans Flick avança às semifinais da Liga dos Campeões, e agora espera o vencedor de Manchester City e Lyon, que se enfrentam neste sábado. Passeio alemão Atendendo as expectativas do mundo do futebol, Barcelona e Bayern de Munique começaram a mil por hora em Lisboa.

O time alemão, com uma postura bem agressiva, se mandou para o ataque. Do outro lado, os espanhóis deram a resposta saindo em velocidade. Tudo de forma meteórica. Tanto que, logo aos três minutos, o placar foi inaugurado no confronto. Perisic recebeu pela esquerda, levantou a cabeça e serviu Müller na entrada da área.

O camisa 25 tabelou com Lewandowski e, de perna esquerda, mandou para o fundo das redes. Sem tempo para piscar, o Barça foi ao ataque e buscou o empate. Aos oito, Alba recebeu cruzamento em profundidade, invadiu a área e tentou cruzar para Suárez. Alaba apareceu para cortar, mas acabou mandando contra o próprio patrimônio e enganou o goleiro Neuer.

Pouco depois, a virada catalã não veio por detalhe. Suárez parou em Neuer, e Messi, na tentativa de cruzamento, acertou a trave. Que jogo! Apesar das oportunidades criadas, o Barcelona não conseguiu impor seu jogo. O time de Munique, de forma sufocante, se acampou no campo ofensivo e não permitiu a saída de bola adversária.

A marcação pressão dos bávaros deu muito certo. Gnabry roubou bola de Sergi Roberto na intermediária e serviu Perisic. O croata invadiu a área e chutou cruzado. Ter Stegen tentou a defesa, mas em vão: 2 a 1 para o Bayern. Da metade para o fim da primeira etapa, o que aconteceu foi um impiedoso atropelo bávaro. Sobrando em campo, a equipe comandada por Hans-Dieter Flick simplesmente ‘engoliu’ o time blaugrana.

Aos 26, Thiago Alcântara achou Goretzka, que deu passe primoroso para Gnabry marcar o terceiro. Não parou por aí. Como um rolo compressor, Kimmich aproveitou sobra na direita e cruzou para Müller anotar o quarto. Acredite se quiser! Um verdadeiro passeio alemão em Lisboa.   Uma verdadeira varrida bávara, com contribuição de Coutinho Na volta do intervalo, o panorama seguiu o mesmo.

Com imensa superioridade, o time alemão foi amontoando chances para aplicar uma goleada ainda maior. Aos Lewa chegou a marcar o dele, mas o lance acabou anulado por conta de um impedimento de Müller na jogada. Respirando por aparelhos, o Barcelona ainda conseguiu marcar o segundo. Aos 11, Jordi Alba avançou pela esquerda e serviu Suárez.

O uruguaio chamou Boateng para dançar e, de perna esquerda, mandou para dentro. A esperança espanhola durou pouquíssimo. Minutos depois, Alphonso Davies fez o que quis com Semedo pela esquerda, invadiu a área e rolou no capricho para Kimmich, que só empurrou para o gol: 5 a 2. Quem fez o baile se tornar ainda mais histórico foi o brasileiro Coutinho.

Envolvido em polêmica de mercado com os dois times, o meia entrou na segunda etapa e contribuiu para a maior derrota sofrida pelo Barcelona na história da Liga dos Campeões.

O ex-jogador do Barcelona deu uma assistência para Lewandowski para o sexto e, pasmem, marcou o sétimo e o oitavo, dando números finais , ouso a dizer, à uma das maiores goleadas da história do futebol: 8 a 2.

O Gol 

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui