O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, afirmou que a previsão da gestão municipal é ter um 2022 surpreendente em termos de realizações administrativas. Ele elencou uma série de obras que vão ser executadas ao longo do próximo ano nas diversas áreas do governo.

Isto será possível, conforme explicou Bruno, porque devido à retomada da credibilidade e do equilíbrio financeiro da prefeitura haverá o início da captação de recursos nacionais e internacionais que poderão chegar a marca de R$ 1 bilhão.

Para o próximo ano, o prefeito anunciou a licitação da urbanização de toda a avenida Plínio Lemos, que vai da Floriano Peixoto (proximidades da Feira da Malvinas) até a antiga Piramidal. A obra também vai beneficiar, além das Malvinas, os bairros Chico Mendes, Ramadinha I e II, João Paulo II, Portal dos Bosques, Bodocongó e também a rua Manoel Mota, em área após o açude de Bodocongó. A obra vai ter extensão de seis quilômetros (somando-se ida e vinda).

Ele anunciou ainda a execução da Avenida Tavares, que vai favorecer a mobilidade urbana em regiões centrais de Campina Grande e da zona Leste, sendo um prosseguimento da Alça Leste. Isto fará com que os motoristas tenham acesso, por exemplo, à saída para o brejo paraibano, sem precisar trafegar pela Avenida Canal. Isto evitará os transtornos gerados por congestionamentos na área.

Outra meta é a duplicação da avenida Francisco Lopes de Almeida, da ponte do Cruzeiro, até a Alça Sudoeste. Também será realizado o asfaltamento da rua José de Medeiros Neto, principal do Chico Mendes, até a Alça Sudoeste.

Já houve, também, a licitação do Canal da Ramadinha e do Canal de Bodocongó. Ainda aconteceu a assinatura do contrato para o Canal de Santa Rosa. Também será feita intervenção no chamado “eixo Califon” (na área da rua João Moura, Estação Velha e Canal do Prado).

Em relação ao campo de saúde, além do programa Saúde de Verdade, com investimentos da Atenção Básica da Saúde, o prefeito garantiu a retomada das obras do Hospital da Criança e do Adolescente, a começar pela instalação de uma central de imagens na parte frontal daquela unidade hospitalar, além de setor para o atendimento clínico.

Serão feitas a parte elétrica, instalação de climatização, compra de equipamentos e outras ações para a conclusão do hospital. Vão ser aplicados mais de R$ 20 milhões, esperando-se o apoio do governo federal.

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