A EcoRodovias reportou lucro líquido recorrente de R$ 55,3 milhões no quarto trimestre de 2020, uma queda de 39,2% em relação a igual intervalo de 2019, conforme balanço divulgado na noite desta quarta-feira, 10.

No período, a EcoRodovias registrou prejuízo contábil de R$ 630,7 milhões quando incluídos efeitos não recorrentes como um ajuste de impairment no Ecoporto Santos, no valor de R$ 382,5 milhões, e acordos de leniência.

No acumulado de 2020, o lucro líquido recorrente foi de R$ 331,9 milhões, alta de 14,3% sobre 2019.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) pró-forma alcançou R$ 550,1 milhões entre outubro e dezembro do ano passado, queda de 7,1% sobre igual período de 2019.

Sem excluir eventos não-recorrentes (principalmente o impairment no Ecoporto Santos), o Ebitda somou R$ 70,4 milhões no quarto trimestre de 2020, queda de 86,7% na comparação anual.

Em 2020, o Ebitda pró-forma da EcoRodovias foi de R$ 2,03 bilhões, alta de 0,3% na comparação com o resultado de 2019.

Já a receita líquida pró-forma alcançou R$ 831,8 milhões de outubro a dezembro do ano passado, alta de 3,5% sobre um ano antes. Em 2020, a empresa registrou R$ 3,01 bilhões do indicador, aumento de 2,5% sobre 2019.

Os custos operacionais e despesas administrativas totalizaram R$ 744,2 milhões no quarto trimestre, queda de 6,2% na comparação anual devido, principalmente com a redução do custo de construção, provisão para manutenção, depreciação e amortização.

A dívida líquida da empresa alcançou R$ 6,93 bilhões ao fim de 2020, alta de 4,9% em 12 meses. O nível de alavancagem da companhia, medido pela relação dívida líquida/Ebitda pró-forma, ficou praticamente estável em 3,4 vezes.

Estadão Conteúdo 

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