O campeão segue em defesa de seu título. Apesar da pressão do Atlético Mineiro, o Palmeiras conseguiu arrancar um empate em 1 a 1 no Mineirão, com gol de Dudu, e se garantiu na decisão da Libertadores.  Após empate sem gols em São Paulo, o Alviverde Imponente avançou com um empate com gols fora de casa e aguarda na final de Montevidéu o vencedor de Barcelona de Guayaquil e Flamengo, que jogam na quarta após 2 a 0 para o Rubro-Negro na partida de ida.

Jogo mais animado O Palmeiras apostou em uma formação 5-3-2, com laterais virando alas nos momentos ofensivos, mas um jogo reativo, como esperado. O Atlético Mineiro, no 4-4-2, avançava inclusive com os volantes, permanecendo a maior parte do tempo no campo de ataque.

O início de jogo foi eletrizante, com uma chance, em lance posteriormente anulado, de Rony, que parou em Everson. Já do outro lado Eduardo Vargas saiu duas vezes de frente para Wéverton, que se mostrou atento para sair do gol e realizar o corte.  Aos 13 minutos, quem ficou na cara do gol foi Hulk, ao receber de Vargas após erro de Luan em saída de bola.

O passe, porém, foi muito na frente, e Wéverton, sempre atento, saiu bem novamente para cortar.  Através da ligação direta, o Verdão criou sua primeira chance clara (que valeu) aos 25. Wéverton mandou bola para frente e Piquerez ganhou de Mariano para mandar chute perto da trave.

O jogo foi mais aberto, e a melhor jogada atleticana nos 45 minutos iniciais veio com Nacho, que chutou de canhota e parou em Wéverton.  Atlético e Palmeiras fizeram um primeiro tempo muito superior ao do disputado em São Paulo, mas, ainda assim, o 0 a 0 era o placar mais justo, e tudo ficaria por se decidir nos 45 minutos finais do encontro.

Estratégia de Abel dá certo Hulk tentou colocar fogo no jogo no segundo tempo. Logo no segundo minuto, o atacante soltou uma bomba de fora da área e Wéverton se jogou no canto para espalmar. A torcida atleticana tentou empurrar o time.

O Palmeiras, por sua vez, respondeu em contragolpe com Rony, que avançou pela direita, invadiu a área e tentou o disparo rasteiro, defendido sem dar rebote por Everson.  Dessa vez lá e cá, o jogo esquentou de vez, e enfim viu o 0 a 0 sair do placar. Jair recebeu de Mariano em infiltração pela direita e cruzou na medida para Vargas marcar de cabeça.

Com o rival grogue, Vargas teve tudo para marcar o segundo logo na sequência. O  chileno tabelou com Nacho e saiu na cara do gol, mas dessa vez chutou para fora.  O Verdão esboçou reagir através de mais um lançamento longo de Wéverton, que deixou Rony na cara do gol.

O atacante chutou de canhota, e Everson conseguiu desviar para fora.  Os paulistanos continuaram avançando nas costas da defesa alvinegra, e Verón, que entrou na vaga de Rony, aproveitou noite atrapalhada de Nathan Silva para sair na cara do gol. O ponta, então, mandou no meio e Dudu, de carrinho, empurrou para a rede.

O jogo, então, ficou dramático. A torcida mineira tentou, em nostalgia, relembrar os cânticos que embalaram a conquista de 2013. Cuca mandou o time ao ataque, com Savarino na vaga de Jair.

A última mudança foi a entrada de Réver, que entrou como centroavante. Era desespero puro.  Os minutos finais foram do Atlético mandando bola na área adversária, quase sempre com Mariano procurando Réver na segunda trave. Mas Abel fechou a casinha, terminou o jogo em um 6-3-1 e segurou o empate para, pelo segundo ano seguido, decidir a Copa Libertadores.

O Gol 

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