Diego comemora vaga do Flamengo na final do Mundial Foto: KAI PFAFFENBACH / REUTERS

O ambiente no Centro de Treinamento do Flamengo foi tenso não apenas pelo protesto dos torcedores e a reunião do elenco com a diretoria. A reportagem do Extra indicando que os atletas líderes tomaram o poder no futebol do clube e passaram a influenciar em uma série de decisões repercutiu bastante.

E motivou comentários de Diego Ribas, Diego Alves, Rodrigo Caio e Filipe Luis, negando qualquer tipo de “panela”. Segundo relatos, os demais jogadores e funcionários, que não vieram a público para se manifestar a favor das lideranças, perceberam que a revelação sobre os bastidores incomodaram.

Apesar do desgaste interno, fato é que Diego Ribas voltou a ser não só o capitão em campo, mas o protagonista no vestiário desde a chegada de Rogério Ceni. Um dos responsáveis pela aproximação do técnico com o meia foi o ex-zagueiro Juan, muito amigo de Diego e contemporâneo do ex-goleiro.

Ceni havia se alinhado também a outros líderes, como Filipe Luís e Diego Alves. O lateral-esquerdo acabou se afastando um pouco após as críticas sobre seus erros no Fla-Flu. Ceni classificou como “grotescos”.

Outro que perdeu um pouco de prestígio com Ceni foi Arão, muito próximo a Diego. O volante teve um desgaste com o técnico por atuar como zagueiro. Ambos chegaram a conversar sobre o tema. Mas o jogador atuou novamente na função.

“Querido torcedor: Nunca duvide de quem derrama sangue, suor e lágrimas pelo nosso escudo. Existem pessoas que só querem o mal do Flamengo. Confiem em quem quer o bem, em quem da a vida pelo clube do nosso coração!!!”, postou Filipe Luís.

Ausência de Diego Alves

A ausência de Diego Alves nos últimos jogos também influenciou para a volta com tudo de Diego no vestiário. O goleiro, que costuma falar muito com o grupo, não dividiu a tarefa com o camisa 10, que comandou o discurso sozinho depois da derrota para o Ceará.

O comportamento de Diego após os jogos em que participa de uma parte é uma das razões para o desgaste internamente. Mesmo que tenha liderança, as reações são vistas como desproporcionais em alguns momentos.

Vale lembrar que, segundo informações, o camisa 10 tem essa conduta desde que chegou ao clube, em 2016. Mas muitos no Flamengo recordam que em 2019, quando o time ganhou tudo, o meia quase não apareceu.

“Quando ele parou de fazer esse teatro em 2019, ganhamos”, diz uma fonte.

Extra 

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