A delegada da Polícia Civil, Maria Solidade de Sousa, presa na Operação Cara de Pau, foi condenada pela 5ª Vara Mista de Santa Rita a uma pena de 13 anos e quatro meses de prisão, em regime fechado em presídio de segurança máxima.

Ela também foi condenada além a perda do cargo público. “O crime cometido pela ré é violador de dever para com a Administração Pública e justifica ainda a perda do cargo”, diz a sentença.

Maria Solidade de Sousa foA condenada por sete crimes de peculato-apropriação, praticados em 2014.

Entre os crimes que resultaram na sua condenação está a apropriações de parte das fianças pagas em favor de Bruno Sales Justino e Bruno Araújo Vasconcelos, no dia 11.02.2014; Adriano Paulo de Lima, conhecido por “Leão”, no dia 01.01.2014; Severino Morais de Sousa, no dia 06.03.2014; Everaldo Luís de França, no dia 26.04.2014; Diogo da Silva Oliveira, no dia 03.06.2014 e Mariano Duarte de Oliveira, no dia 03.06.2014.

“A culpabilidade é máxima, por se tratar de agente cuja função precípua é o combate ao crime”, diz a sentença.

Ante o exposto, julgo procedente em parte a denúncia, pelo que condeno a ré MARIA SOLIDADE DE SOUSA por sete crimes de peculato-apropriação (art. 312, do CÓDIGO PENAL BRASILEIRO), em crime formal e continuado, bem como concurso material, conforme fundamentação supra, pelo que lhe aplico uma pena de 13 anos, 4 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicialmente fechado, a ser cumprida no estabelecimento prisional de segurança máxima da capital”, diz o magistrado.

A justiça ainda absolveu a ré em três crimes que “não restaram comprovados” apontados por outros presos. A justiça reconheceu o direito da ré de recorrer em liberdade, não havendo motivos para decretação da prisão preventiva.

ParlamentoPB

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui