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O São Paulo recebeu o Jorge Wilstermann em casa para garantir matematicamente a classificação à próxima fase da Copa Sul-Americano. Com soberania, o Tricolor não tomou conhecimento dos bolivianos, patrolou o adversário e saíram como os primeiros colocados do Grupo D. Com o 3 a 0, o São Paulo foi aos 13 pontos somados na competição continental, enquanto o Jorge amarga a lanterna com apenas dois pontos conquistados.

São Paulo domina O São Paulo começou o jogo melhor e, no Morumbi, dava as cartas e as amostras de que tomaria conta da partida… como de fato aconteceu! E foi preciso apenas a primeira chegada mais incisiva, aos cinco minutos, para Rodrigo Nestor, após ótima troca de passes do ataque tricolor, receber e arrematar para o gol: 1 a 0.

Trocando passes e envolvendo o Jorge Wilstermann, o São Paulo não agredia, mas tomava conta do meio-campo, tinha a posse de bola e chegava esporadicamente, sobretudo pelos lados de campo. E foi exatamente pelas laterais que o São Paulo encontrou os espaços para ampliar.

Depois de excelente troca de passes e progressão em velocidade, Rigoni tocou para trás, encontrou Nikão e o camisa 10 bateu em diagonal, contando com desvio preciso de Rodrigo Nestor, que fez mais um para o Tricolor: 2 a 0.

As oportunidades se acumulavam para o São Paulo, que era dono por completo do jogo, não dando aberturas para o time boliviano se esgueirar pelo campo de ataque. Aos 19, o Tricolor conseguiu mais uma chegada, após cruzamento de Patrick encontrar Éder, que, de cabeça, jogou para fora. Sem se conter, o clube paulista ia para o ataque e não aliviava!

Aos 26, Rodrigo Nestor até marcou mais um, mas o bandeirinha assinalou a posição irregular, literalmente impedindo o hat-trick do meio-campista. Com tudo sob controle, o São Paulo não era ameaçado e, em ritmo de treino, encaminhou a sua vitória nos primeiros 45 minutos, mesmo diminuindo o seu volume de jogo na reta final da primeira etapa. Freio e controle No retorno dos vestiários, o segundo tempo parecia apenas uma extensão do que foi a primeira etapa.

Logo aos dois minutos, o São Paulo se atirou ao ataque, Rodrigo Nestor foi à linha de fundo, cruzou rasteiro e Patrick apareceu para balançar as redes: 3 a 0. Contudo, o freio de mão foi puxado pelo São Paulo logo após o terceiro gol! O primeiro susto veio aos oito, depois de erro na saída de bola entre Rafinha e Rigoni, que gerou um arremate na trave por parte de Vargas.

Aos 10, foi a vez de Serginho experimentar e testar devidamente o jovem goleiro Thiago Couto. Mais comedido, o São Paulo trocava passes no campo ofensivo, girava o jogo e buscava desarrumar a defesa do time boliviano, que estava fechado, disposto a não sofrer mais gols.

A reta final do jogo reservava algumas oportunidades para o Tricolor, mas pouco aproveitadas ou sem muito perigo ao gol de Poveda. O domínio foi mantido, as chances surgiam, mas o São Paulo nitidamente tirava o pé do acelerador progressivamente. Ao fim, o apito do árbitro encerrou o que poderia ser um massacre, mas ficou barato para os bolivianos.

O Gol 

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