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Na imagem, o presidente nacional do PDT Ciro Gomes

No próximo domingo (12) acontecerão por todo o Brasil uma série de atos organizados pelos movimentos ‘Movimento Brasil Livre’ e ‘Vem Pra Rua’ para pedir pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Lideranças políticas de três dos principais partidos da esquerda brasileira confirmaram sua presença no ato. Ciro Gomes do PDT, Carlos Siqueira do PSB e Orlando Silva do PCdoB confirmaram suas presenças no movimento que acontecerá na Avenida Paulista, em São Paulo.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, defendeu que os filiados compareçam à manifestação “para dar um basta nesse profeta da ignorância”. Na publicação, Lupi ainda disse que a presença de Ciro Gomes, pré-candidato à presidência pelo partido nas eleições de 2022, está garantida. Minutos antes, o próprio presidenciável já fizera a confirmação. “Seja qual for o sacrifício e risco que isso represente, há algo maior que tudo: o futuro do Brasil e da nossa democracia”, escreveu Ciro no Twitter.

A confirmação de participação também foi feita pelo PSB por meio de comunicado de Carlos Siqueira, presidente da sigla, que afirmou que o partido vai participar de “todas” as manifestações que pedem o impeachment de Bolsonaro. “Não compactuamos com movimentos autoritários”, disse Siqueira, que ainda sugeriu um novo protesto no dia 19 de setembro formado pelo “campo democrático”. A manifestação até já teria nome: “Primavera Democrática, Ditadura Nunca Mais”.

O PCdoB é outro partido de esquerda que também vai estar nas ruas contra o presidente do próximo domingo, com a confirmação, inclusive, do deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), que foi candidato à Prefeitura de São Paulo em 2020. “O PCdoB decidiu participar também porque está empenhado em construir para mais adiante atos cívicos nacionais, suprapartidários, organizados pelo conjunto das oposições. Constituir uma frente ampla. E participar do dia 12 ajuda viabilizar esse projeto”, diz o secretário nacional de comunicação do PCdoB, Adalberto Monteiro.

A principal resistência entre os partidos de esquerda é do PT. O partido não convocou seus seguidores, mas deixou a critério de cada um ir às ruas ou não. “Enquanto construímos esta grande manifestação de unidade pela democracia, pelo Brasil e pelos direitos do povo, incentivamos todos os atos que forem realizados em defesa do impeachment”, escreveu a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, no Twitter.

O PSOL também decidiu, na tarde desta sexta-feira, não indicar apoio à participação. “O partido não é organizador, não convoca e nem participará da manifestação do dia 12 de setembro. Nosso partido faz parte da campanha nacional pelo ‘Fora Bolsonaro’, que em breve definirá seu calendário. Seguimos em debate com os partidos de oposição para a construção de uma manifestação ampla”, informou a legenda em nota.

Wscom 

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