Os municípios de Campina Grande, Lucena, Água Branca, Itaporanga e Sousa, na Paraíba, entraram na mira do Conselho Regional de Enfermagem na Paraíba (Coren-PB) após denúncias sobre distribuição de máscaras inadequadas para profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate ao coronavírus.

Segundo a presidente da entidade, Renata Ramalho, as denúncias sugiram e já estão sendo investigadas, já que a máscara correta para uso profissional é a de caráter cirúrgico.

A partir de agora haverá uma apuração através visita a esses locais e caso sejam comprovadas as denúncias, o Ministério Público da Paraíba será acionado.

“Precisamos garantir que a máscara correta seja entregue à categoria. Detectamos no município de Sousa, no Hospital Regional. O Coren-PB apurou que já foi resolvida a situação. Outro hospital que detectamos foi o de Itaporanga. Fizemos uma notificação à diretora e ela disse que iria fazer a compra das máscaras cirúrgicas”, explicou Renata Ramalho.

Em relação ao Hospital de Trauma de Campina Grande, da Rede Estadual de Saúde, as máscaras que estão sendo utilizadas, embora sejam de confecção caseira, de acordo com a presidente do Coren-PB, ficou comprovada a segurança do equipamento após a realização de teste feitos em laboratório da Universidade Federal de Campina Grande, que vem analisando as máscaras para colocar a disposição dos profissionais de forma segura.

Na cidade de Lucena, a prefeitura foi acionada no Ministério Público Federal (MPF) para explicar a compra de máscaras de pano para profissionais que atuam na linha de frente no combate à pandemia do novo coronavírus. A denúncia foi feita pelo ex-vereador da cidade, Léo Bandeira, junto ao Ministério Público Federal, e consta no sistema Sagres, do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB). Foram disponibilizados R$ 10 mil só para a compra desses equipamentos inadequados e que agora serão também investigados pelo Coren-PB.

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