Balanço do Conass aponta mais 48.105 casos confirmados de infecções pelo novo coronavírus no país
(foto: Arte/EM/D.A. Press)

Enquanto muitas autoridades federais, estaduais e municipais, apontam que o pior do combate à pandemia do novo coronavírus (COVID-19) pode estar passando, os números da doença no Brasil assustam cada dia mais. Nesta quinta-feira, o país teve o segundo maior registro de casos confirmados de infecções em 24 horas, segundo boletim do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). O número de mortes também segue alto.

De acordo com o balanço divulgado nesta quinta, foram contabilizados mais 48.105 casos confirmados de infecções por COVID-19 nos 26 estados e no Distrito Federal. O número só fica atrás das 54.771 confirmações registradas pelo Ministério da Saúde no boletim de 19 de junho. Depois do recorde dessa data, o país já havia somado contagens mais de 40 mil contaminações em três dias – (46.860 em 26/06, 46.712 em 01/07 e 42.725 em 24/06).
O número de mortes também parece não arrefecer e segue alto no Brasil. Com mais 1.252 óbitos registrados nesta quinta, o país tem seu terceiro dia na semana acima da casa das mil vítimas diárias – 1.280 em 30/06 e 1.038 em 01/07.
No total, o Brasil tem 1.496.858 casos confirmados de infecções por COVID-19 ao longo da pandemia no país e deve atingir 1,5 milhão ainda nesta quinta-feira, embora oficialmente somente na sexta os registros sem divulgados pelos órgãos responsáveis.
O país contabiliza 61.884 vidas perdidas para a doença, que tem taxa de incidência de 712 pessoas a cada 100 mil habitantes e taxa de mortalidade de 29 pacientes em cada 100 mil. A taxa de letalidade da doença está em 4,1%.
Estado de Minas 

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui