Marta durante partida entre Brasil e Canadá pelas quartas de final das Olimpíadas de Tóquio

seleção brasileira feminina se despediu das Olimpíadas de Tóquio nesta sexta-feira, 30, ao ser der derrotada pelo Canadá nos pênaltis por 4 a 3, no estádio de Miyagi, no Japão, depois de um empate em 0 a 0 no tempo regulamentar e na prorrogação. Em partida bastante equilibrada, o Brasil foi superado graças às defesa de Labbé, que brilhou nas penalidades com duas belas defesas. Agora, as canadenses esperam o vencedor de Holanda Estados Unidos para conhecer as suas próximas adversárias. O próximo jogo das norte-americanas está marcado para as 8 horas (de Brasília) da próxima segunda-feira, 2.

Brasil e Canadá fizeram um tempo bastante equilibrado, mas com poucas chances reais de gol. As canadenses controlaram o início da partida e chegaram ao ataque em quatro oportunidades, mas, na melhor delas, a experiente Sinclair não dominou bem um cruzamento da direita, entregando bola para a goleira Bárbara. A seleção brasileira, mesmo tendo mais posse, teve apenas duas investidas, desperdiçando uma oportunidade incrível com Debinha – a atacante roubou a bola na saída canadense e saiu livre na cara do gol, mas foi “fominha” e parou na arqueira rival. Ao longo dos 45 minutos iniciais, uma intervenção do VAR (árbitro de vídeo) também anulou uma penalidade que seria a favor das brasileiras.

Mais animada, a etapa complementar seguiu na mesma toada, com as duas equipes dividindo o protagonismo. O Canadá começou imprimindo um ritmo forte e assustou aos 13 minutos com Gilles, que subiu para cabecear no travessão. Renovando o conjunto brasileiro, Pia apostou nas entradas de Ludmila e Angelina nas vagas de Bia Zaneratto e Formiga. O Brasil, então, adiantou a sua marcação e respondeu com Debinha –  a atacante acertou um belo chute de média distância, exigindo defesa de Labbé. Já no fim, a partida ficou eletrizante. Érika salvou a equipe fazendo um corte providencial ao desarmar Rose dentro da área, enquanto Angelina bateu ao lado da meta. O confronto, porém, seguiu com o placar zerado e se encaminho para a prorrogação.

No tempo-extra, a partida entre brasileiras e canadenses ficou mais truncada, com as jogadoras demonstrando cansaço e pouca inspiração. À exceção de uma cabeçada de Érika, que fez Labbé praticar ótima defesa, o jogo teve pouca emoção. Andressa Alves, saindo do banco de reservas, até que tentou incomodar com chutes de longe. Debinha, a mais participativa do lado brasileiro, também bateu ao lado do gol. Ainda assim, a decisão foi para as penalidades. Nas cobranças, Bárbara defendeu o pênalti de Sinclair, enquanto Andressa Alves e Rafa pararam em Labbé.

Jovem Pan 

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