(crédito: Minervino Junior/CB/D.A Press)

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender nesta segunda-feira (5/4) o fim do lockdown e o retorno da população ao trabalho. A declaração ocorreu em São Sebastião, durante a inauguração de dois residenciais populares. Ao lado da comitiva do governo, de máscara, o mandatário ressaltou que teve gente que não parou de trabalhar em meio à pandemia e que por conta disso a entrega das moradias foi possível.

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“É uma satisfação participar de um evento como esse onde pessoas necessitadas estão recebendo um benefício, um imóvel patrocinado pela nossa Caixa Federal. É sinal de que teve gente que não parou durante a pandemia. E o que dói no coração da gente: de quatro pessoas que nós entregamos de forma simbólica a chave, um era aposentada e três estão desempregados. Três desempregados. Pessoas humildes. Só Deus sabe como estão sobrevivendo”, relatou.

Bolsonaro destacou então que “o Brasil precisa voltar a trabalhar”. “É o discurso que eu bato na mesma tecla desde março do ano passado. Temos dois problemas pela frente gravíssimos ainda, o vírus e o desemprego. E também sempre bati na mesma tecla: as medidas para combater o vírus, os seus efeitos colaterais, não podem ser mais danosos que o próprio vírus. O Brasil precisa voltar a trabalhar”, completou.

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O presidente anunciou ainda viagem para Chapecó (SC). “Deixo claro que na quarta-feira ou quinta-feira, estarei em Chapecó. Visitarei lá o prefeito João Rodrigues, que fez um trabalho excepcional no tocante aos recursos dados pelo estado e no atendimento na ponta da linha de quem necessitava do tratamento (contra covid-19). É uma obra fantástica por parte dele. É um exemplo a ser seguido, por isso estou indo para lá. Para exatamente não só ver, mas para mostrar a todo o Brasil que o vírus é grave e que seus efeitos têm como ser combatidos”, observou.

Bolsonaro repetiu também defesa pelo tratamento precoce, que comprovadamente não atua contra o vírus. “Mais ainda. Naquele município, o médico tem a liberdade total para trabalhar com o paciente, total. Esse é o dever do médico. Uma obrigação e um direito dele. Não tem remédio específico, ele trata da melhor maneira possível, por isso os índices foram lá para baixo”.

Por fim, ele agradeceu aos ministros e ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que também, esteve presente na solenidade. “O momento aqui é de satisfação. Estamos fazendo algumas pessoas felizes por intermédio de ações do nosso governo. Agradeço a todos os envolvidos no nosso projeto, Pedro (Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal) e (ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério) Marinho, que têm trabalhado muito nessa questão. Obrigado a todos, o governador também, tem parceria com Ibaneis aqui. O nosso muito obrigado e até uma nova entrega, se Deus quiser”.

Correio Braziliense 

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