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O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes na Paraíba (Abrasel-PB), Arthur Lira, por meio de nota circulada na imprensa paraibana nesta terça-feira (22), repudiou o decreto estadual n° 40.930, de 21 de dezembro de 2020, que determina, nos dias 24, 25 e 31 de dezembro de 2020 e no dia 1º de janeiro de 2021, restrições a bares, restaurantes, lanchonetes, lojas de conveniência, praças de alimentação e estabelecimentos similares. Segundo a normativa, eles somente poderão funcionar com atendimento reduzido, em suas dependências, até às 15h.

Segundo Arthur, o governador agiu indiferente ao anseio da classe, que vive uma grave crise desde o fechamento dos estabelecimentos comerciais no inicio da pandemia e que, os turistas e os paraibanos em geral, vão sofrer as consequências desse ato. “Em decorrência disto, a população e os turistas estão a mercê de ficaram sem os serviços essenciais de alimentação, que seriam suprimidos, com a redução de horário de almoço e eliminação de horário de jantar”, diz ele em trecho da nota.

Ele afirmou ainda que a entidade irá resistir ao decreto, dentro da lei. “As pessoas vão sim se reunir, governador. A questão é se o farão organizadamente, seguras em ambientes profissionais, em suas casas, ou, em persistindo essa arbitrariedade, nas ruas, lutando por sua liberdade. A Abrasel está pronta e vai agir firmemente, por todos os meios ao seu alcance, em defesa das garantias constitucionais na sociedade”, aponta a nota.

Confira a nota na íntegra:

Estamos próximos do Natal e virada de um ano de muito sofrimento. Perda de tantas pessoas queridas, de empregos, destruição de lares e de sonhos.

Poucos são os que ainda podem se reunir com seus mais próximos e externar seu carinhos e gratidão pelo que lhe resta ou por suas conquistas, apesar de toda dor e angústia.

No entanto, por meio do decreto n° 40.930 de 21 de dezembro de 2020, o governador da Paraíba agiu indiferente a todo anseio da sociedade.

Decidiu tirar das pessoas essa possibilidade, baseado na mera suposição de que o horário normal de funcionamento que vem sendo aplicado aumentará o número de casos e decretou fechamento injustificado de atividades lícitas.

Em decorrência disto, a população e os turistas estão a mercê de ficaram sem os serviços essenciais de alimentação, que seriam suprimidos, com a redução de horário de almoço e eliminação de horário de jantar.

As pessoas vão sim se reunir, governador. A questão é se o farão organizadamente, seguras em ambientes profissionais, em suas casas, ou, em persistindo essa arbitrariedade, nas ruas, lutando por sua liberdade.

A Abrasel está pronta e vai agir firmemente, por todos os meios ao seu alcance, em defesa das garantias constitucionais na sociedade.

Arthur Lira, presidente da Abresel na Paraíba.

Portal Wscom 

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