Equipamente utilizado na testagem rápida para detectar a Covid-19

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reúne nesta quarta-feira, 19, e também amanhã para definir novas ações de combate à Covid-19. Na tarde desta quarta deve ser definida a possibilidade da implementação de autotestes para o coronavírus no Brasil. O pedido do Ministério da Saúde prevê que os autotestes sejam comercializados em farmácias. A rede farmacêutica do país é bastante ampla, e muitas já estão fazendo testes rápidos de Covid-19. Deverá caber às próprias farmácias orientar os clientes caso o autoteste dê positivo.

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Em entrevista à Jovem Pan News, o infectologista Marcos Boulos se diz favorável à implementação dos autotestes, sobretudo com o aumento de casos e a ineficiência em atendimento na rede de saúde. “O Covid pode ter uma evolução mais prolongada, então é necessário nós sabermos, até para o acompanhamento. Pessoas que geralmente têm um quadro com uma cardiopatia ou um quadro pulmonar, é preciso que sejam acompanhadas um pouco mais, porque às vezes o Covid pode dar uma complicada após o quinto, sexto, sétimo dia, interessa acompanhar. Por isso que é necessário saber. Agora, a pessoa não deve ir para o hospital a não ser que tenha falta de ar ou esteja sofrendo. Se tiver o autoteste, a importância de a gente saber o que é que tem. Só vai pro hospital se necessário for”, explicou.

Já na próxima quinta-feira, 20, os diretores da Anvisa vão discutir o pedido do Instituto Butantan para uso da CoronaVac em crianças. Reuniões entre o instituto e diretores da Anvisa foram feitas nos últimos dias para esclarecer algumas dúvidas em relação ao imunizante. Uma diferença em relação à vacina da Pfizer é que as doses da CoronaVac para as crianças são as mesmas aplicadas nos adultos.

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