O deputado federal e líder político paraibano na Câmara Federal, Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) concedeu entrevista na tarde desta segunda-feira (11) à rádio Arapuan FM e tratou sobre diversos assuntos, entre conjectura política, auxílio emergencial, recursos destinados através do seu mandato para a Paraíba, além de outras questões relevantes para o estado como um todo.

Com relação à conjectura política, sobretudo no que diz respeito às eleições de 2022, Aguinaldo disse que ao seu ver, essa antecipação do discurso sobre o tema acaba que prejudicando um pouco o trabalho das gestões, seja estadual e municipal, assim como a atividade parlamentar, já que mal acaba uma eleição, o debate já começa a se formar em torno de outra.

“Eu acho que o que atrapalha um pouco a gente é o fato de que no Brasil a gente vive em eleição. Então eu acho que esse é um ano de trabalho. Temos que demonstrar trabalho e convergir para o trabalho e aí o resto é consequência. Antecipar eleição é ruim. Aliás, a gente não saiu de eleição, não conseguimos entrar em agenda. Eu acho que temos que focar é no trabalho e é isso que temos que fazer”, pontuou.

Apesar do posicionamento enfático com relação à antecipação do debate em torno de 2022, Aguinaldo também apontou que pelo resultado alcançado no ano passado e com base no fortalecimento da sigla ao longo desses anos, certamente o Progressistas estará na disputa na chapa majoritária na Paraíba.

Aguinaldo não quis comentar sobre as eleições de 2022 e possíveis candidaturas, mas garantiu que o PP vai protagonizar as eleições majoritárias. “O processo de definição de candidatura não é da pessoa, é uma conjuntura, mas certamente o Progressistas deverá estar na majoritária” disse.

Sobre o Auxílio Emergencial, Aguinaldo defendeu a necessidade de o país ter um programa social permanente, e destacou a falta de um cadastro mais elaborado para evitar o recebimento indevido e as fraudes, além da necessidade de equilíbrio fiscal no país para manter os recursos necessários a manutenção do benefício. “Acho importante que haja um equilíbrio de você montar um programa como esse e que você tenha também a manutenção de um programa de equilíbrio fiscal. O programa deveria ter tido um cadastro mais estruturado, vocês viram que muita gente recebeu indevidamente, e aí entra consciência do brasileiro, que isso é algo grave”, disse o parlamentar.

O parlamentar ainda declarou que em um momento como este de pandemia que assola todo o mundo, a classe política brasileira devia estar ainda mais unida, na busca do enfrentamento e combate à covid-19. “Faz tempo que eu defendo uma unidade no país, ainda mais no período em que vivemos, estamos numa pandemia, agora num segunda onda, crescendo no mundo, crescendo aqui, devemos ter responsabilidade com a saúde das pessoas”, afirmou o deputado.

Wscom 

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