No território da situação, a briga que promete ser mais acirrada é pela vaga de candidato a vice-goverbador na chapa encabeçada pelo governador João Azevedo, notório candidato à reeleição.

O motivo é muito simples: João Azevêdo provavelmente não terá maior dificuldade para se reeleger. A menos, é claro,  que surja um fato novo capaz de bagunça o coreto da situação e altere radicalmente o quadro de favoritismo atual para o governador.

É razoável supor – e a história tem mostrado que as coisas tomam este rumo – que, ao final de um segundo mandato de governador,  João Azevêdo irá disputar una vaga no Congresso Nacional.  Muito provavelmente de senador.

Isto significa, portanto, que o vice-governador na segunda gestão de João será automaticamente guindado à cadeira principal do Palácio da Redenção para dez meses do restante do mandato.

E mais…
Além de receber de graça – na boquinha como papa – os dez meses de mandato, o vice-governador ainda poderá concorrer à reeleição sem, necessariamente,  ter que se afastar do cargo,  mantendo o prestígio,  a máquina administrativa nas mãos, a caneta e o Diário Oficial.

E talvez esteja aí, no preenchimento do cargo de vice, a solução para o possível entrave entre os deputados federais Efraim Filho e Aguinaldo Ribeiro, que estariam brigando para disputar a única vaga de senador disponível em 2022.

Luto
A coluna lamenta a morte do jornalista Walter Galvão Peixoto de Vasconcelos.
O autor da coluna é da mesma idade de Galvão. Estudaram na mesma época no Colégio Estadual de Jaguaribe, e ingressaram no jornalismo em 1977, no histórico prédio da então PRI-4 Radio Tabajara da Paraíba,  na Rua Rodrigues de Aquino.

PBAgora

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